Enfim, um sinal de vida

Meus caros, como estão? Estou ótima, embora a minha vida tenha sido um tanto complicada nos últimos meses, o que de certa forma, justifica minha ausência no blog.

Prometi fazer a continuação das quedas fenomenais que sofri, mas acho que vou ter de postergar só mais um pouco.

Hoje gostaria de compartilhar algo diferente, porém muito importante pra mim. Em minha jornada de um ano vivendo como moça de cidade grande, capitar, conheci muitas coisas e não está fácil a vida, uma vez que foi um 180º.

Saí de casa, do conforto de mamãe, conforto, porque não há preocupação com comida, casa, energia, telefone. Meu! Quem mora com os pais não sabe o céu em que vive. Pode ser que o pai/mãe pega no pé por causa de um monte de coisa. Ao sair de casa, vc faz o seu estilo, vai aonde quer, come o que quer ou não come, dorme e acorda a hora em que deseja, deixa a louça na pia por dias (falo dos que odeiam lavar louça), sabendo que ninguém vai implicar...

Mas nem sempre as coisas são como queremos. No fim do mês, surgem contas que, se não deixar de comprar aquele McLanche Feliz da semana, não vai conseguir pagar. Numa cidade como São Paulo, é tudo tão caro: aluguel, condomínio, energia, IPTU (por falar em IPTU, esqueci de pagar =D), conta de telefone, conta disso, conta daquilo...

Pobre quer comprar um imóvel, sair do aluguel e confesso que, caso eu compre o apezinho da CDHU como estou negociando por estes dias, só de imaginar que posso comprar duas casas boas no interior... mas é no interior :S

Entretanto, confesso que minha permanência aqui em São Paulo é um milagre. Estar em um apartamento alugado, sem contrato assinado, apenas com o compromisso verbal, que tenho honrado mês a mês.

Os altos e baixos são constantes, mas ainda que que continue, as forças se renovam a cada dia/

Bjks